terça-feira, 18 de novembro de 2014

40 Anos!



Você viveu as suas quatro primeiras décadas de vida, de modo intenso e verdadeiro e uma boa maneira de começar a segunda metade de sua vida é curtindo mais as alegrias, valorizando menos os maus momentos, se entregando de verdade àqueles a quem ama, e não esquecendo a grande máxima, antiga, mas poderosa, de que a vida começa aos quarenta! Que Deus abençoe e guarde você, sempre! 
Parabéns! Feliz Aniversário!  


domingo, 9 de novembro de 2014

De criança pra criança!

Fiquei muito emocionada com o seu livro, com a evolução dos 'escritos-alicianos' e com a bela edição que a Agenda Arte Livros fez. Ele é de uma boniteza tão singela e doce, que é como se fosse de um escritor experiente. E eu agora fico aqui procurando tantas coisas pra dizer... Seja como for... Seja sempre feliz, moça-doce-boneca-menina. Eu desejo que 2015 seja o ano das suas palavras. Ditas. Sentidas. Escritas. Impressas. Palavras. Que elas façam do seu mundo a sua festa particular. E que você seja regida por elas. Sempre. Assim, como uma bênção! Que todos os dias do mundo sejam mesmo de Alice no seu país de maravilhas. Com amor, um beijo emocionado da Vó Rosi!

 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Combatendo o bom combate e permanecendo na fé!


Não quero aqui fazer apologia aos movimentos de 64.  O que eu vivi antes, durante e estou vivendo o depois daqueles horrorosos tempos em que a a tortura, a censura, terrorismo emocional, etc, etc, etc… não posso deixar de  relembrar e gostaria de evitar que a tragédia se repetisse. Mas, a minha revolta é maior, quando vejo qualificar de terrorista, sequestrador, assaltante, guerrilheiro, bandido, etc, quem combateu uma ditadura cruel como a que infelicitou o Brasil durante 21 anos. Só podem ser qualificados como ingênuos, mal informados ou iludidos. Esta visão do mundo, autoritária, cruel, egoísta, intolerante, racista, doente, enfim, é lamentável. Ser de direita é uma opção ideológica. Não gosto, mas compreendo e respeito. Agora, fazer o que estão fazendo, a culpa que estão gerando em cima da presidente e do referido partido, pra mim, é demais. Preciso transcrever, aqui, alguma coisa, o que eu penso... Não dá pra segurar!  Não sou petista nem nunca tive filiação partidária, a não ser seguir, (repito, sem filiação) o PMDB nos seus bons tempos (tempos onde e quando a Dona Élia me ensinou a gostar da política e, ela sim, seguidora do PMDB do Ulisses, Simon e tantos outros) e trabalhar com o Requião, fazendo parte dos seus governos. Mas tenho profunda gratidão pelo que eles fizeram pela nossa terra e nossa gente o Lula e Dilma. Não deixar faltar a comida no prato, em português bem claro (que se faz necessário para quem nunca passou por algo sequer parecido), porque como sabemos desde sempre a fome não espera. Não espera melhoria de sistema ou de gestão. Simplesmente, não espera. Os comentários decepcionantes e lamentáveis me irritam profundamente. Existem três concepções de sociedade: a dos ricos, a dos pobres, (o povo, que é de boa índole, que quer trabalho, pão, moradia e liberdade, para poder crescer e ser feliz), e a dos que estão no meio, e na qual nos encaixamos. Nesta do meio temos: os que tem visão humanista do mundo e das sociedades humanas e os sem visão ideológica que se acham prejudicados por algum motivo.  São os piores. Domingo esse martírio termina. Ufa! Mas a luta tem que continuar. Porque essa gente sem pátria, sem bandeira, sem coração e sem respeito pelo povo simples (a maioria) da nossa terra, tem que ser combatida porque eles sim são perigosos e uma permanente ameaça à liberdade, à democracia e a paz social... Aplausos para o Marcelo Fonseca, pela sua inteligência, pela sua coerência histórica! Sempre combatendo o bom combate!




segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Simplesmente Mãe!





A elegância, como traço natural distintivo da delicadeza da alma, a que vem do interior, devia ser própria do ser humano, principalmente da mulher. E aqui estou para falar de uma mulher verdadeiramente elegante, minha mãe, que hoje completaria 85 anos. A elegância não se limita às vestes. É, antes de tudo, um jeito característico de portar-se e de falar. O porte dela dizia tudo: altivo, mas não prepotente; humilde, mas não subserviente; nobre, mas não afetado – assim era a Dona Élia. Uma mulher adorável que sabia até como cruzar as pernas graciosamente. O próprio modo como segurava o cigarro era característico, sem a vulgaridade tão comum em muitos que fumam, sem artificialidade. Colares e brincos, de esmeralda ou safira, joias pesadas, nela indicavam leveza. Possuía uma força de alma inquebrantável, e o olhar era significativo, expressivo, mas ao mesmo tempo, singelo e altivo. Havia toda uma seriedade em sua fisionomia que se destacava em relação aos sorrisos fáceis de hoje em dia. Não que ela não sorrisse, mas sabia quando sorrir. O mundo de hoje anseia por mulheres como ela. Quisera eu, que um dia, meus filhos pudessem dizer a meu respeito, um terço do que eu aqui estou dizendo, mas, foi o que eu vi, admirei e lembro da avó de vocês, minha mãe. Ela, com todas as limitações que lhe impunham a época e as condições, sejam na área cultural, acadêmica ou social, foi uma  mulher elegante, uma grande Dama!


domingo, 24 de agosto de 2014

50 Anos!

"Quando se vê já são seis horas. Quando se vê já é sexta-feira. Quando se vê já é Natal. Quando se vê já terminou o ano. Quando se vê não sabemos por onde andam nossos amigos. Quando se vê já se passaram cinquenta anos..." (Mário Quintana)
Aos 50 anos tudo é diferente. A vida tem outros sabores, cores e texturas. Já não se tem algumas inseguranças. Pode-se até ser um pouco criança com menos risco de ser ridículo. Hoje, cinquentão, ainda pode ser um menino atrevido, faceiro. Brincar na rua com os filhos, buscar a lua, contar estrelas, falar besteiras, mergulhar no mar dos seus desejos. Ter seus momentos de solidão apesar de ter criado laços de grandes e duradouras amizades. Se equilibrar na corda bamba e encarar desafios. Fazer exercícios – flexões, mas preferir exercitar a mente - reflexões. Apreciar um bom vinho tinto, com a mulher amada. Sonhar com o amanhã. Gostar de um vento bem humorado, acariciando seu rosto e do cheiro das manhãs. Ter poucas vaidades, algumas manhas e saudades. Sonhar acordado. Apreciar o mar. Amar o abraço apertado dos filhos. Sentir-se como um pássaro, voando em um mundo colorido de possibilidades...
Parabéns Jocemar! Aproveite o seu dia! Seja feliz, sempre!


sábado, 23 de agosto de 2014

Gleichgewicht in der Welt!

O Criador povoou este planeta com diferentes raças para que houvesse equilíbrio no mundo. Preservar a identidade étnica e cultural não significa desrespeitar outras etnias e raças. A construção do ser humano perpassa diversas dimensões, entre elas a escola, que no meu entender é parte fundamental na vida dos indivíduos. Será que o modelo de escola da Alemanha é o ideal para receber pessoas de todas as idades, raças, religiões, memórias, saberes e origens, sem privilegiar padrões culturais? Um lugar capaz de acolher a todos com equidade, como mostra esta belíssima foto? Seria outro belo exemplo da Alemanha? Com a palavra a Juliana, Sven e meus amados netos...


Einschulung! Primeiro dia de aula da Luana!










sábado, 2 de agosto de 2014

Para o Vovô Zeca!

"Sessenta anos, sessenta e cinco... Não importa, você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações - todos dizem isso embora você, pessoalmente, ainda não as tenha descoberto - mas acredita. Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos com problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda. E então, um belo dia, alguém lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis - nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância"... Rachel de Queiróz

... e diga-se com todas as letras você o faz brilhantemente, você o ama extravagantemente... e pode acreditar, também, que todos os prazeres da vida não estarão acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, ou mesmo andar de Kombi numa manhã de sol...