segunda-feira, 27 de outubro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Combatendo o bom combate e permanecendo na fé!
Não
quero aqui fazer apologia aos movimentos de 64. O que eu vivi antes, durante e estou vivendo o
depois daqueles horrorosos tempos em que a a tortura, a censura, terrorismo
emocional, etc, etc, etc… não posso deixar de
relembrar e gostaria de evitar que a tragédia se repetisse. Mas, a minha revolta é maior, quando vejo qualificar de
terrorista, sequestrador, assaltante, guerrilheiro, bandido, etc, quem combateu
uma ditadura cruel como a que infelicitou o Brasil durante 21 anos. Só podem ser
qualificados como ingênuos, mal informados ou iludidos. Esta visão do mundo, autoritária,
cruel, egoísta, intolerante, racista, doente, enfim, é lamentável. Ser de
direita é uma opção ideológica. Não gosto, mas compreendo e respeito. Agora, fazer
o que estão fazendo, a culpa que estão gerando em cima da presidente e do
referido partido, pra mim, é demais. Preciso transcrever, aqui, alguma coisa, o
que eu penso... Não dá pra segurar! Não
sou petista nem nunca tive filiação partidária, a não ser seguir, (repito, sem
filiação) o PMDB nos seus bons tempos (tempos onde e quando a Dona Élia me
ensinou a gostar da política e, ela sim, seguidora do PMDB do Ulisses, Simon
e tantos outros) e trabalhar com o Requião, fazendo parte dos seus governos. Mas
tenho profunda gratidão pelo que eles fizeram pela nossa terra e nossa gente o Lula
e Dilma. Não deixar faltar a comida no prato, em português bem claro (que se
faz necessário para quem nunca passou por algo sequer parecido), porque como
sabemos desde sempre a fome não espera. Não espera melhoria de sistema ou de
gestão. Simplesmente, não espera. Os comentários decepcionantes e lamentáveis
me irritam profundamente. Existem três concepções de sociedade: a dos ricos, a
dos pobres, (o povo, que é de boa índole, que quer trabalho, pão, moradia e
liberdade, para poder crescer e ser feliz), e a dos que estão no meio, e na
qual nos encaixamos. Nesta do meio temos: os que tem visão humanista do mundo e
das sociedades humanas e os sem visão ideológica que se acham prejudicados por
algum motivo. São os piores. Domingo esse martírio termina. Ufa! Mas a luta tem que continuar. Porque essa
gente sem pátria, sem bandeira, sem coração e sem respeito pelo povo simples (a
maioria) da nossa terra, tem que ser combatida porque eles sim são perigosos e uma
permanente ameaça à liberdade, à democracia e a paz social... Aplausos para o
Marcelo Fonseca, pela sua inteligência, pela sua coerência histórica! Sempre combatendo o bom combate!
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Simplesmente Mãe!
A elegância, como traço natural distintivo da delicadeza da alma, a que vem do interior, devia ser própria
do ser humano, principalmente da mulher. E aqui estou para falar de uma mulher
verdadeiramente elegante, minha mãe, que hoje completaria 85 anos. A elegância
não se limita às vestes. É, antes de tudo, um jeito característico de portar-se
e de falar. O porte dela dizia tudo: altivo, mas não prepotente; humilde, mas não
subserviente; nobre, mas não afetado – assim era a Dona
Élia. Uma mulher adorável que sabia até como cruzar as pernas graciosamente. O
próprio modo como segurava o cigarro era característico, sem a vulgaridade tão
comum em muitos que fumam, sem artificialidade. Colares e brincos, de esmeralda ou safira, joias pesadas,
nela indicavam leveza. Possuía uma força de alma inquebrantável, e o olhar era significativo,
expressivo, mas ao mesmo tempo, singelo e altivo. Havia toda uma seriedade em
sua fisionomia que se destacava em relação aos sorrisos fáceis de hoje em dia.
Não que ela não sorrisse, mas sabia quando sorrir. O mundo de hoje anseia por mulheres como ela. Quisera
eu, que um dia, meus filhos pudessem dizer a meu respeito, um terço do que eu aqui estou
dizendo, mas, foi o que eu vi, admirei e lembro da avó de vocês, minha mãe. Ela,
com todas as limitações que lhe impunham a época e as condições, sejam na área cultural, acadêmica ou social, foi uma mulher elegante, uma grande Dama!
terça-feira, 9 de setembro de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
50 Anos!
"Quando se vê já são seis horas. Quando se vê já é sexta-feira. Quando se vê já é Natal. Quando se vê já terminou o ano. Quando se vê não sabemos por onde andam nossos amigos. Quando se vê já se passaram cinquenta anos..." (Mário Quintana)
Aos 50 anos tudo é diferente. A vida tem outros sabores, cores e texturas. Já não se tem algumas inseguranças. Pode-se até ser um pouco criança com menos risco de ser ridículo. Hoje, cinquentão, ainda pode ser um menino atrevido, faceiro. Brincar na rua com os filhos, buscar a lua, contar estrelas, falar besteiras, mergulhar no mar dos seus desejos. Ter seus momentos de solidão apesar de ter criado laços de grandes e duradouras amizades. Se equilibrar na corda bamba e encarar desafios. Fazer exercícios – flexões, mas preferir exercitar a mente - reflexões. Apreciar um bom vinho tinto, com a mulher amada. Sonhar com o amanhã. Gostar de um vento bem humorado, acariciando seu rosto e do cheiro das manhãs. Ter poucas vaidades, algumas manhas e saudades. Sonhar acordado. Apreciar o mar. Amar o abraço apertado dos filhos. Sentir-se como um pássaro, voando em um mundo colorido de possibilidades...
Parabéns Jocemar! Aproveite o seu dia! Seja feliz, sempre!sábado, 23 de agosto de 2014
Gleichgewicht in der Welt!
O Criador povoou este planeta com
diferentes raças para que houvesse equilíbrio no mundo. Preservar a identidade
étnica e cultural não significa desrespeitar outras etnias e raças. A construção do ser humano
perpassa diversas dimensões, entre elas a escola, que no meu entender é parte
fundamental na vida dos indivíduos. Será que o modelo de escola da Alemanha é o
ideal para receber pessoas de todas as idades, raças, religiões, memórias, saberes
e origens, sem privilegiar padrões culturais? Um lugar capaz de acolher a todos
com equidade, como mostra esta belíssima foto? Seria outro belo exemplo da
Alemanha? Com a palavra a Juliana, Sven e meus amados netos...
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